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 BOSCHETTO, Piero

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AutorMensagem
Piero Boschetto

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Câncer Cavalo
Idade : 26
Localização : Islington
Player : Liz
Mensagens : 862

MensagemAssunto: BOSCHETTO, Piero   19/10/2015, 21:51

  • DADOS BÁSICOS

Player: Liz

Nome completo: Piero Boschetto
Data de Nascimento: 15 de Julho de 1990
Local de Nascimento: Florença, Itália

Idiomas: Italiano e Inglês
Sexualidade: Heterossexual
Relacionamento: Solteiro

  • VIDA

Piero foi criado pela mãe, Nina, e pelos avós, Milena e Enrico. O seu pai, Angelo, sempre foi do tipo que vai e vem, e quando vinha nunca era de grande utilidade, então Piero nunca sentiu que tivesse alguma relação com ele. Angelo e Nina nunca tiveram uma relação a sério, mas estiveram juntos por algum tempo, e nesse tempo, quando surgiu a gravidez, Angelo prometeu ser um pai à altura. Óbvio que pouco tempo depois fugiu de todas as responsabilidades, por isso quando Piero o conheceu já tinha quatro anos. Apesar dessa inconstância familiar, ele teve a melhor infância que podia imaginar e nunca sentiu realmente a falta daquele homem na sua vida.

Bem cedo Piero começou a mostrar aptidões para a música. Quando a mãe colocava os brinquedos na frente dele, ele arranjava sempre maneira de fazer barulho com eles, nem que fosse uma qualquer melodia desconexa. Volta e meia estava trauteando alguma música que ele tinha inventado ou cantando com a letra toda trocada alguma música que tinha ouvido. A mãe ficava toda babada quando via esse cenário e interiormente acreditava que o filho ainda faria grandes coisas, mas nunca teve dinheiro para apostar qualquer tipo de formação para ele. Então Piero cresceu cantando pelos cantos, músicas que ouvia, músicas que por vezes escrevia, mas sempre cantando alguma coisa. Era normalmente a alegria de casa e todos adoravam ouvi-lo.

Quando Piero tinha catorze anos Angelo voltou a aparecer lá em casa e, apesar de ocasionalmente eles se verem, desta vez o pai trazia para o filho a notícia de que ele tinha dois irmãos. Piero não imaginava que eles existissem, mas nem por isso ficou impressionado, já que dois filhos era na realidade pouco para todo o tempo em que o pai tinha estado ausente. Perguntou para o pai porque é que não tinha sabido disso antes e não conseguiu uma resposta decente, mas ficou feliz quando soube que os poderia conhecer, se quisesse. O primeiro contacto que teve com eles foi por carta, até porque Mateo estava em Londres e não havia maneira de se conhecerem pessoalmente. Durante algum tempo foi esse o tipo de contacto que mantiveram, até que finalmente conseguiu conhecer os irmãos. Apesar de não ter sentido afinidade imediata por eles, gostava bastante de estar com eles e aos poucos foi se sentindo realmente próximo deles.

Na escola, Piero sempre foi o tipo de aluno que roça o medíocre. Não tinha mau comportamento, mas estava sempre na lua e nunca conseguia assimilar nada. Nas aulas, em vez de tirar apontamentos ficava escrevendo nos cantos das folhas coisas que se lembrava, enquanto trauteava mentalmente alguma música. Por não ter qualquer tipo de aproveitamento escolar, quando terminou a escolaridade obrigatoriamente – e isso foi a muito custo – decidiu ir trabalhar. Nessa altura ele já sabia que a sua única vocação era a música, mas não tinha muitos meios para vingar nessa área, por isso começou a trabalhar numa loja de conveniência.

A oportunidade surgiu quando aos 19 anos decidiu se inscrever no X Factor. A mãe e os avós apoiaram-nos incondicionalmente e ele, mesmo sem ter noção do que podia conquistar, achava que conseguiria ir longe. E assim foi. Logo na primeira audição todos ficaram maravilhados e a sua popularidade foi aumentando aos poucos. O programa foi sempre uma aventura para ele, mas sempre vai guardar a imagem do avô chorando de orgulho. Foi nesse momento que decidiu que ia ganhar o programa, coisa que acabou por fazer, sem dar qualquer hipótese para a concorrência.

A sua vida acabou virando do avesso. De repente era mais conhecido do que aquilo que imaginava ser e o mediatismo era algo com que com certeza não sabia lidar. Para além disso conseguiu pouco tempo depois um contrato com uma editora discográfica e, entre trabalhar para o seu primeiro CD e os concertos que ia dando, acabava por ficar sem tempo para a família e para a vida pacata que costumava levar. Até Angelo lembrou que tinha aquele filho e tentou se aproximar de Piero, mas ele não teve qualquer piedade e expulsou o pai da sua vida, ao perceber que ele só se queria aproveitar da recente fama do filho. Quando o primeiro álbum ficou pronto, Piero conseguiu o sucesso que todo o mundo esperava. E com isso vieram mais concertos, mais entrevistas e, sobretudo, mais estresse. Piero lançou músicas que foram verdadeiros sucessos, mas ao fim do primeiro ano daquela vida achava que a pressão estava sendo demasiada. Quis desistir, mas tinha contratos para cumprir e estavam ganhando demasiado dinheiro com ele, então jamais o deixariam desistir. Então ele continuou cantando e compondo e aos poucos se absorvendo no trabalho e se afastando das pessoas. Ainda tentava estar com a sua família, mas cada vez parecia mais difícil. No segundo ano a pressão começou a ser tanta que ele simplesmente começou a ficar sem inspiração e a fazer tudo mal. De repente os produtores não gostavam do que era feito, ele tinha que repetir, e repetir e repetir. Neste ritmo, ele acabou se refugiando na primeira coisa que lhe caiu nas mãos: LSD. A sensação de êxtase e de mente aberta faziam com que ele conseguisse compor mais e melhor e as coisas que ele fazia melhoraram bastante. Mas não foi difícil que começasse a deprimir quando não estava sob o efeito da droga. Novamente pensou em desistir, mas naquele ponto, onde já tinha conquistado tanto e onde estava, finalmente, com bastante dinheiro, não conseguiu desistir. Escondeu para si como se sentia e continuou trabalhando. Volta e meia estava se metendo em drogas mais pesadas e quando percebeu o que tinha feito já não conseguia voltar atrás.

Ainda conseguiu trabalhar durante algum tempo enquanto lidava com o problema da droga, mas a sua dependência se tornava cada vez maior. Sabia que se deixasse, teria que deixar a sua carreira musical para se curar. Sabia que se não deixasse, deixaria a carreira porque provavelmente estaria morto. Apesar de a escolha ser óbvia, ele queria prolongar o que tinha conquistado o máximo de tempo possível. Quando já estava completamente dependente já tinha afastado toda a sua família, que não era burra e conseguia perceber que algo estava errado. Era demasiado penoso para ele ouvir os conselhos de Nina, quando sabia que estava fazendo tudo errado. Também deixou de falar com os irmãos, não querendo lhes dar o desgosto de ele se ter tornado naquilo. Nessa altura, com 23 anos, se inscreveu no Festival de Sanremo, na tentativa de mostrar que ainda sabia ganhar e valer dinheiro. Não ganhou, mas conseguiu um 2º lugar, o que foi considerado igualmente bom. Essa foi, no entanto, a última vez que apareceu em público. O 2º lugar foi demasiado pesado para ele e ele, ciente de que já não era feito para ganhar, resolveu admitir o seu problema. O seu contrato foi suspenso, a família ficou em profundo choque e a imprensa fez um festival com a notícia. Piero entrou para reabilitação, onde ficou por vários meses, os suficientes até voltar a se sentir bem. Mesmo durante a recuperação praticamente só falava com a mãe, incapaz de encarar o resto da família por saber o desgosto e a vergonha que lhes tinha causado. Quando voltou para casa, ficou algum tempo limpo e sem trabalhar, mas por viver exactamente no mesmo meio não custou nada para que ele voltasse a precisar daquelas sensações. Sempre se desculpava de que as doses eram pequenas, ele já tinha tomado muito mais e conseguia aguentar aquilo. E lá voltava ele para a reabilitação. Foi neste ciclo que viveu até fazer 25 anos, sem nunca se conseguir manter totalmente limpo. No entanto, numa dessas fases em que não estava tão mal, conseguiu lançar uma música que retratava precisamente o que ele estava passando. Nem precisou escrever especificamente o que sentia, as pessoas sabiam qual era a causa e a música foi um sucesso.

Cansado de reabilitações e de sempre voltar ao mesmo, Piero decidiu mudar completamente. Foi por isso que em Outubro de 2015 decidiu ir para Londres, onde podia começar de novo, com ou sem música, mas definitivamente sem droga.

  • FAMÍLIA E RELACIONAMENTOS

Mãe: Nina Marrone (1971)
Pai: Angelo Enrico Boschetto (1972)
Meia-Irmã: Donatella Gia Boschetto (xxxx) Filha de Angelo e xxxx.
Meio-irmão: Mateo Boschetto (1993) Filha de Angelo e Constance.

Avó Materna: Milena (Guallazzi) Marrone (1941)
Avô Materno: Enrico Marrone (1939)

Avó Paterna: Líle Reagan (Donoghue) Boschetto (1945)
Avô Paterno: Fiorenzo Nino Boschetto (1943)
Tia Paterna: Alina Chiara Boschetto (1972)
Tio Paterno: Lorenzo Ricardo Boschetto (1974)
Prima: Giullia Lena Boschetto (xxxx) Filha de Constance e Lorenzo.

  • APARÊNCIA

Piero tem um 1,85 e actualmente é magro, fruto de todos os tratamentos, tendo já sido mais gordo. Tem cabelo castanho escuro e os olhos do mesmo tom. Tem um pequena falha na sobrancelha direita por ter usado um piercing durante algum tempo, mas agora não usa mais. Desde cedo que adoptou o bigode e por vezes usa mesmo barba, mas mesmo que tire a barba o bigode nunca sai. Tem duas faixas pretas tatuadas no antebraço direito e ele não sabe dizer qual o significado delas, mas se sentiu ligado a elas de alguma forma quando as tatuou.

  • PERSONALIDADE

Ele sempre esta um pouco aluado, pensando nas suas coisas, portanto é normal que as pessoas lhe falem e ele nem perceba. Sempre foi bastante comunicativo e uma pessoa fácil de lidar, e no tempo em que lidou com a imprensa conseguiu aprimorar o seu carisma. Actualmente é mais difícil os conhecidos arrancarem algo dele, porque ele se envergonha de todas as coisas que fez, e isso influenciou um pouco a sua decisão de se mudar, já que todos em Itália pareciam saber quem ele era e o que tinha acontecido com ele. Apesar de tudo, quando esta em estado sóbrio consegue ser absolutamente agradável e até faz algumas piadas. Tem uma certa tendência para desistir e tem problemas para lidar com pressão e estresse.


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